sexta-feira, 4 de setembro de 2015

AO ANJO QUE O MAR NÃO DEVOROU

IMAGENS RETIRADAS DA INTERNET

Oh, arrepio no corpo,
Nó que a alma não desfaz!
Pingos de choro a inundar os olhos...
Corpo santo na margem acalentado...

Vergonha do mundo!
Mazela-capital!

Manto verde-molhado
Revelando a maldade dos homens.
Que bebida nos aquecerá a espinha?
Onde esconderemos o rosto a rubrar?

Vergonha do mundo!
Mazela-capital!

Num gesto resignado
O mar o devolve.
Enfastiado mar gentil.

Vergonha do mundo!
Mazela-capital!

Oh, Justiça, venda mais teus olhos!
Oh, Liberdade, para onde nos guiaste?
Oh, Ciência, o homem evoluiu?
Oh, Arte, derrama teu pranto!

Vergonha do mundo!
Mazela-capital!












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