quarta-feira, 15 de julho de 2015

CRITICA INFUNDADA VIRA CALÚNIA


Lá vou eu me meter em assuntos que talvez devesse ficar calado, mas é que a gente ler e ouve tantas coisas nas redes sociais impossíveis de nos deixar ficar calados. Uma dessas coisas que vejo são verdadeiros ataques a pastores (alguns bem merecidos sim), a evangélicos e artistas evangélicos de modo geral. 
A imagem a cima, por exemplo, a qual é introduzida por um título  com tom irônico: "Todos cantam pra Jesus, só cobram uma 'taxinha'.".  Em seguida aparece imagens de três artistas gospeis com um supostos valores cobrados pela realização do show deles individualmente. 
O cantar de cada um deles, devotos ou não, crentes ou não, talvez seja para "Jesus". Todavia, o autor da frase quer que entendamos o contrário. A frase é para ser entendida "Eles não cantam para Jesus, pois cobram para isso". Na concepção do autor dessa frase, o cantar para Jesus estar totalmente dissociado da cobrança de qualquer taxa possível. 
A palavra "taxinha" destacada na frase também foi usada de forma irônica quando associada aos supostos valores 65 mil reais, 40 mil reais e 25 mil reais.  O autor quer que entendamos que esse valor é um absurdo de ser cobrado por uma pessoa que diz "cantar pra Jesus". 
Prefiro entender que o "cantar pra Jesus" seja algo íntimo que o crente, qualquer que seja, faz no seu momento de devoção, é algo pessoal, se o crente faz ou não isso, não sei, não sabemos. Agora, o evento cobrado é um show caro, bem produzido, com uma equipe de músicos, equipe técnica, coreógrafos, vocalistas, banda musical, e tudo necessário para realização de um evento desse tipo. 
Não se realiza algo assim sem se cobrar nada por isso. Quem teria condições de fazer um show para milhares de pessoas, deslocar equipes de cidade em cidade de graça?! A critica fundamentada é louvável, mas a infâmia, injúria de difamação deve ser abominada. É isso que vejo nesse tipo de postagem. 
Paguei recentemente o valor de 60 reais por um ingresso para assistir a uma show do senhor Wesley, vulgo "Safadão". Não sei se o senhor Wesley pode ser considerado um cantor, mas sei julgar que aquilo que ele faz no palco não é cantar, é mais um animador de plateia. Foi um evento super concorrido, filas e mais filas para aquisição dos ingressos, embora não tenha nada que se aproveite. 
Eu sempre admirei, gostei e gosto das canções da artista Aline Barros. Pagaria esses mesmos 60 reais para ver um show  seu, um show de verdade, com toda banda e equipe técnica. Sei, todavia, que existem sim muitos picaretas, não só no mundo gospel, mas nos demais também, que cobram caríssimo por um show, e depois cantam usando playback, ai não dá, é sacanagem. 
Será que os autores dessa crítica, infame no meu ponto de vista, conhecem o significado de Deuteronômios 25:4 que diz "Não amarre a boca do boi que debulha"?  Talvez não. 
Todos que me conhecem de perto sabem do meu posicionamento ateísta, sou ateu sim, convicto; mas não gosto de críticas supérfluas e infundadas. 

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