terça-feira, 3 de junho de 2014

ESSA É A BANDEIRA QUE DEFENDO


Chegou a reta final daqueles que querem ser candidatos a deputado estadual, federal, senador, governador de estado ou presidente da república. 
Sei, caro leitor desse singelo blog, compartilho com você da mesma indignação perante a política que se pratica nesse país. O sentimento de revolta é geral. Existe político honesto? Aprendemos nas aulas de redação no colegial que não devemos usar de generalizações, para exemplificar isso, todo bom professor de português já disse "não podemos dizer que todo político seja desonesto", desonesto é bem um eufemismo. Eh, não podemos, vai que exista um que fuja a regra, nossa sentença estará falsa; nossa argumentação, perdida. 
Sou movido por uma força que não entendo bem, uma luz do acaso que tive desde tenra idade. Pequenininho, morando em casa de taipa, afundado em miséria por todos os lados, tive consciência que um dia mudaria aquela minha realidade. Assim o fiz. Hoje vendo nosso país nessa miséria, sou movido por esse mesmo sentimento de transformação. 
Como milhões de brasileiros, acreditei no projeto do Partido dos Trabalhadores por muito tempo. Ajudamos a eleger o Lula, vibramos nas ruas comemorando a vitória de Ana Júlia Carepa para governadora do Estado do Pará. 
Do Lula tivemos a desilusão de ver se repetir o projeto neoliberal do PSDB. Favorecimento dos grandes investimentos em detrimento da classe trabalhadora. Além do uma mar de corrupção que estourou em esquemas de mensalões, valerodutos e tantos outros que ainda não vieram a tona. De Ana Júlia tivemos porrada na primeira greve que os trabalhadores em educação travaram contra seu governo. 
Isso tudo nos faz desacreditar ser possível a criação de um partido que de fato represente a classe trabalhadora. Todavia, por mais que aconteçam as adversidades.Por mais que os fatos nos derrube de vez em quando, e quase sempre, ainda existem grupos de trabalhadores acreditando ser possível a criação de partidos que não se aliam aos patrões, partidos que representem de fato a classe trabalhista. Vejo hoje, apenas duas legendas nesse rumo: PSOL e PSTU. 
Sou militante filiado ao Partido Socialismo e Liberdade,pois não vejo outra forma de fazer política a não ser defender um projeto político. O projeto que defendo é o projeto do PSOL. Essa é a bandeira que levanto. Acredito em nossas lideranças, que ainda estamos a construir. Aqui vai o meu apelo aqueles que pensam da mesma forma: vamos construir essa opção de luta!

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