terça-feira, 21 de janeiro de 2014

LUTERANA - SITUAÇÃO COMPLICADA

Estivemos ontem (20) em mais uma reunião na qual tentamos mediar a situação pela qual passa a EMEF LUTERANA situada no Bairro Liberdade. Após as eleições para diretor, ocorridas em dezembro, um verdadeiro clima de guerra foi estalado naquela escola envolvendo um grupo de servidores que apoiam a diretora eleita de uma lado de um lado e um outro grupo de outro.
A diretora eleita, com quase 100% dos votos, diga-se, diretora da escola há mais de dez anos, é acusada pelo grupo opositor de elaborar uma lista com o nome de alguns servidores, com os quais teve embate durante as eleições, para serem removidos da escola. Por outro lado a diretora eleita reclama que a comissão eleitoral da escola não se manteve imparcial durante as eleições, demonstrando, segundo ela, apoio a chapa opositora a sua. O certo é que a lista não apareceu, nem ninguém a viu.
Na reunião que aconteceu ontem, esteve presente a professora Floripes, dr. Bruno, representante do jurídico da Semed, Raimundo Salame, a presidente da Associação dos Moradores do Bairro Liberdade e todos os servidores da escola. O clima ficou bastante tenso, quando determinado professor leu por escrito sua defesa, na qual citava nominalmente todos os seus desafetos da escola atribuindo-lhes termos pejorativos. Entre outras coisas, o professor alegava favores e presentes que já havia dado a essas pessoas.
Para complicar o caso da escola que funcionava com três turnos agora funcionará (manhã, intermediário e tarde) agora funcionará apenas com dois turnos, baixando o número de carga-horária e, portanto, não haverá vagas para todos os que lá estão lotados.
O que ficou decidido:

  • A diretora foi legitimamente eleita, isso é fato, não tem como ser retirada.
  • Os servidores são legitimamente lotados, só serão removidos segundo os critérios da Portaria de Remoção da Semed. 
  • Independente do fato acontecido, será dada preferência para remoção da escola o servidor que a solicitar. 
A Portaria de Remoção é um documento que surgiu de um acordo feito entre o sindicato e a Semed para evitar que o servidor seja removido sem nenhum critério de seu local de trabalho.

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