quarta-feira, 6 de maio de 2015

AMEAÇA E CHORO NA REUNIÃO NA ESCOLA O PEQUENO PRÍNCIPE


Tivemos na tarde dessa quarta-feira, dia 06/05, uma reunião bastante tensa com os professores e diretor da escola O Pequeno Príncipe, ensino médio. O motivo foi uma reunião anterior realizada naquela escola para definir sobre a continuidade ou não dos professores da escola na greve. Dos presentes na reunião apenas três se posicionaram sobre a favor da permanência na greve. 
O papel do sindicato, nessa situação, quando aprovado em assembleia, como foi o caso, é dialogar com os companheiros buscando o convencimento da necessidade de continuar fortalecendo o movimento. A reunião ia bem, até a arrogância que dirige aquele escola entrar na sala. Coberto com o manto da portaria de diretor, o senhor arrogância proferiu um longo discurso aprendido nas cartilhas de quem baba à sombra do poder.
Como de praxe, começou por se justificar que não obrigou ninguém a dar aula. Desenterrou Paulo Freire para atacar uma colega que tem se posicionada nas redes sociais. Usou a ponte da demagogia para se mostrar preocupado com os alunos e a qualidade do ensino. Por fim sacou da ata assinada na reunião que fez com os professores para lhes apontar como uma arma mortífera, ameaçando que publicaria para mostrar aos pais quem tinha assinado a ata e não iria voltar a dar aula.   
Como um cabriola pelego, é assim que se posiciona o senhor que está diretor daquela escola. Tendo ele próprio se beneficiado da greve, pois agora recebeu o salário com o aumento dos 13,01%, aumento esse conseguido pelas lágrimas da professora que chorou naquela sala de reunião e pela incansável luta de quem está a frente do conflito com o governo, o senhor arrogância quer a custo que todos voltem a dar aula. 
Esse capitão do mato da educação precisa ser consciente do que é luta de classe. Precisa saber que dar aula enquanto a categoria está em luta é um péssimo exemplo a ser dado para os alunos que a escola é responsável para formar. Prefere ele amarrar seus colegas na corda da burocracia e entregá-los ao barão da casa grande a lutar junto com seus pares. Suas ações só se justificam pelo fato de já ter ele escolhido um lado: o do governo. As palavras que saem de sua boca são sopradas pelo tucano Simão. 
O mais triste é ver que sua pedante atitude surte efeito. Os professores se intimidam! Tamanha é a força imputada na assinatura da ata da reunião, com texto tendencioso, pelo que parece, que mesmo quem não assinou tal documento, que serve simplesmente para provar quem estava na reunião, senti-se intimado a voltar para sala e abandonar seus colegas que ainda estão em luta. 
Companheiros e companheiras, não se deixem intimidar por esse tipo de atitude de certos diretores. Tenham sempre em mente que vocês são servidores do estado, concursados. Não são empregados de escola, nem funcionários do diretor. O poder do diretor é administrativo não judiciário, nem de polícia. Tudo o que passar disso em suas ações é abuso de poder. O respeito que devemos a ele é o respeito de colegas, se colega ele for. 
    

terça-feira, 5 de maio de 2015

FESTA DO SERVIDOR NO CLUB DO SINTEPP EM 2013 - VOCÊ ESTAVA LÁ?

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Vista grossa de secretário atrasa pagamento de progressões

VEJA CÓPIA DO MEMORANDO ENVIADO À SEMAD

O problema do não pagamento das progressões, como estava previsto, foi mesmo ocasionado pela secretaria de administração. O Sintepp recebeu no final dessa tarde uma cópia da documentação na qual  a Semed encaminha, desde o dia 04/04 a ordem de pedido de pagamento das referidas progressões. O documento está recibado pela secretaria de administração.
Todavia, estranhamente, o titular daquela secretaria, por motivos alheios ao nosso conhecimento, deixou de encaminhar o processo. Esse fato lembra um enrolado período no qual as decisões tomadas em mesa de negociação referente à Semed eram engavetadas, maldosamente, pelo seu titular. O secretário de educação, por telefone, disse ter, na tarde de segunda-feira, dia 04/05, ter montado uma força tarefa e se deslocado até a Semad para tentar resolver o problema. Mas que precisará de pelo menos até o dia 11/05 para resolver o problema. "O problema não foi falta de recursos" afirmou Pedro Sousa. É a maldita política interna da base aliada do governo prejudicando o trabalhador. O secretário de administração teve a chance de se explicar, todavia, quando procurado pela coordenação do Sintepp disse que o problema não era com ele. João, João, Joãozinho de Deus, tu fica de olho nesse camarada.

AMANHA VAMOS ESTAR EM FRENTE AO ACY BARROS -NOSSA GREVE AINDA NÃO TERMINOU


Mais uma vez ficou comprovada a união da maioria de nossos companheiros da Rede Estadual de Ensino. Tivemos hoje no auditório do Gaspar Viana uma das mais empolgantes assembleias que já realizamos durante uma greve. Todos os que se posicionaram o fizeram com maestria e paixão conclamando a união da base. Manter-se firmes no movimento sem abandonar na luta os camaradas que estão na linha de frente na capital. Foram mais de 1800 companheiros da região metropolitana que tiveram descontos de faltas da greve. Não podemos, nem temos o direito de achar que a greve acaba porque nossa carga horária não foi mexida. O Sintepp não funciona assim. O espírito que deve prevalecer é o espírito de classe. Amanhã, a partir das 8 horas, estaremos em frente à escola Acy Barros para dialogar com os companheiros daquela escola que decidiram retomar as aulas. Precisamos esclarecer também aos alunos que eles ficaram prejudicados nesse processo uma vez que nem todos os professores daquela escola decidiram abandonar os companheiros em luta. A greve não é da escola, e sim da categoria. Nessa semana estaremos mobilizando também nas demais escolas que decidiram abandonar a luta por pressão do governo através de seus diretores.

ASSEMBLEIA GERAL DA REDE ESTADUAL, HOJE, ÀS 17:30 HORAS, NO GASPAR


Companheiros e Companheiras,

Nossa greve entrou agora em um momento decisivo, está havendo refluxo em algumas escolas e muitas reuniões estão sendo marcadas pelos diretores das escolas. Todavia, sabemos e defendemos a ideia de que a greve é uma decisão coletiva tomada em assembleia. É na assembleia que os companheiros decidem pela greve, portanto somente em assembleia há legitimidade para o encerramento da greve. 
A coordenação da Subsede de Marabá ratifica a posição de nos mantermos firmes na greve reforçando o embate que acontece na capital. Não podemos sair do movimento enquanto o comando da greve na capital não julgar que está no momento de encerrar o movimento. 
Portanto, convocamos todos os companheiros da rede estadual de ensino para uma Assembleia Geral, hoje, 04/05, às 17:30, no auditório da E.E.E.M. GASPAR VIANA
 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

BELO EVENTO PROPORCIONADO PELA EMEF RAIMUNDO JOSÉ DE SOUZA

fotos: Rones Morais

Aconteceu hoje, na EMEF Raimundo José de Souza, localizada no bairro Liberdade, a I Conferência Sustentável. O evento teve como tema: MEU AMBIENTE NÃO MERECE SEU LIXO, foi organizado pelos servidores e alunos da escola contando com a parceria da Secretaria do Meio Ambiente - SEMA, Secretaria de Urbanismo e Avon. 

O objetivo do evento foi promover mudanças de hábitos pessoais e coletivos no sentido de despertar a consciência critica na busca da sustentabilidade.

ERRO NO SISTEMA INVIABILIZOU O PAGAMENTO DAS PROGRESSÕES


Na manhã de hoje recebermos muitas ligações e mensagens dos servidores que tinham valores referentes a atrasos nas progressões para receber, mas que, ao se dirigirem a uma agência bancária para conferir seus proventos, verificaram que na conta havia menos do que o esperado. Claro que numa situação dessas, contas a pagar, dinheiro comprometido, todo mundo chiou. E fez bem. Como diz o ditado "quem não chora não mama". 
De imediato o sindicato procurou o secretário de educação para verificar o motivo do acordo do pagamento das progressões não ter sido cumprido. Por seu lado, o secretário mostrou-se surpreso; pois, no dizer dele todas as medidas haviam sido tomadas para que o pagamento pudesse se efetuado. 
Consultado o pessoal que trabalha na elaboração da folha de pagamento na Semed, a informação foi a mesma, tudo havia sido encaminhado para o secretaria de administração. Esse por sua vez informou ter havido um "erro" no código do arquivo, por isso o banco não efetuou o pagamento, mas garantiu resolveu o problema até terça-feira da próxima semana; quando então aqueles que possuem valores atrasados receberão o que lhes é de direito.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

PAGAMENTO DA SEMED SAI AMANHÃ


Segundo informações obtidas junto à Secretaria de Educação, o pagamento referente dos servidores dessa secretaria sairá amanhã, quinta-feira, dia 30/04. Essa é uma boa notícia para os companheiros que estavam apreensivos com relação ao primeiro de maio. 
Já para os servidores da rede estadual, a notícia não é tão boa assim, o pagamento deverá sair somente no dia 05/05, para com carga-horária máxima de 220 horas. 

ASSEMBLEIA DA REDE ESTADUAL HOJE, 29/04, ÀS 17 HORAS,NO AUDITÓRIO DO GASPAR VIANA

Companheiros,

Pelos resultados apresentados na Assembleia Geral que ocorreu hoje pela manhã em Belém, estamos antecipando a nossa assembleia aqui em Marabá para hoje, às 17 horas, no auditório do Gaspar Viana. É importante que todos os estejam presentes para fazermos o debate. 

ENTENDA PORQUE NÃO DEVEMOS ENCERRAR A GREVE


Caros Companheiros,

Mais uma vez queremos reforçar aos companheiros de que a greve na rede estadual de ensino continua. Apesar dos grandes esforços do Sintepp nas mesas de negociação para por fim a esse movimento que já faz hoje 35 dias, ainda não há avanços suficientes para finalizarmos a greve. A última cartada do governador Simão Jatene, depois de se omitir das negociações por mais de uma mês, foi publicar Nota de Esclarecimento sobre o pagamento do mês de abril. 
Segundo o que diz o governo nessa nota, o pagamento dos professores será feito conforme a última proposta do governo apresentado ao Sintepp em mesa de negociação. Proposta essa que foi apresentada à categoria e rejeitada, pelo entendimento de que as percas salariais continuarão a acontecer de forma abrupta.  
Por essa proposta do governo, o professor terá no máximo uma jornada de 220 horas, somando-se a isso o equivalente à 64 horas de hora-atividade teremos um salário máximo correspondente à 284 horas. Isso é muito ruim para o professor que atua somente na rede estadual e hoje tem todos os seus compromissos baseados em uma jornada máxima de 280 horas aulas em sala de aula. A redução salarial nesse caso ultrapassa os 1000 reais
Lembremos que a saída de completar o salario dando aula no ensino fundamental pela rede municipal, só é possível nos municípios onde não houve a municipalização desse segmento da educação. 
O que o sindicato quer é o respeito na íntegra a Lei Nº 8030, de 21 de julho de 2014, que dispõe sobre a jornada de trabalho e as aulas suplementares dos professores da educação básica da rede pública de ensino do Estado do Pará. Em seus Artigos 7º e 8º e desdobramentos diz:

"Art. 7º A carga horária máxima de um professor em regência de classe, incluindo as aulas suplementares, não poderá ultrapassar 44 (quarenta e quatro) horas semanais, não considerado a hora-atividade.
Parágrafo único. As aulas suplementares em regência de classe corresponderão à diferença entre o limite de 44 (quarenta e quatro) horas semanais de que trata o caput deste artigo e a carga horária de sala de aula da respectiva jornada de trabalho em que estiver inserido o professor."
  
"Art. 8º As aulas suplementares concedidas ao professor da educação básica da rede pública de ensino que extrapolam os limites previstos no art. 7º desta Lei serão reduzidos obedecendo as seguintes situações:
I - em até três anos, a contar do início do ano letivo 2015, automaticamente e gradativamente, com redução de, pelo menos 1/3 (um terço) das horas semanais da carga horária extrapolada no ano;
II - quando houver necessidade de integralizar a jornada de trabalho de outro professor do Quadro Permanente do magistério; ou,
III - a pedido do professor."

No último dia 24, o governo publicou a portaria de lotação para o ano de 2015, dizendo obedecer os termos dessa lei 8030/2014. Todavia o que o governo quer é cumprir apenas o que diz no artigo 7º.  Essa jornada máxima de 220 em sala, acrescidas do percentual equivalente à hora-atividade (64 horas, portante um salário de 284 horas) será cumprido já agora, para todas as lotações. 
O governo não está cumprindo o que diz o artigo 8º  da mesma lei. Nesse artigo 8º é considerado o caso da maioria dos professores que hoje tem uma jornada superior à 220 horas em sala de aula.
Veja que no texto da lei foi usada uma oração restritiva "que extrapolam os limites previstos no artigo 7º". O artigo 8º é direcionado a esses professores. Os incisos I, II e III estabelecem quando e como essas aulas suplementares concedidas a esses professores (que estão acima de 220 horas aulas em sala de aula) serão reduzidas. 
  • Quando: em até 3 anos, a partir de 2015.

  • Como: 
I- reduzindo um terço dessas aulas suplementares por ano, ou seja o professor hoje com 280 horas em sala de aula somente passaria a ter 220 no ano letivo 2017.

II - Completar a carga horária de outro professor do Quadro Permanente, isso significa que a realização de um concurso público pode de imediato tirar essas aulas-suplementares. 

III - a pedido do professor. 

A PORTARIA GS/SEDUC Nº 206, DE 24 DE ABRIL DE 2015 (Portaria de Lotação) não garante ao professor enquadrado no artigo 8º da lei 8030/2014 o que está estabelecido nos incisos I e II, uma vez que submete essa extrapolação somente "mediante autorização do Secretário-Adjunto de Gestão de Pessoas (SEGEP) e do Secretário -Adjunto de Ensino (SEAN) cumulativamente". 
Na prática significa dizer duas coisas:
  1.  Quem hoje tem mais de 220 horas em sala de aula, só vai receber agora em abril por 220. 
  2. Quem precisar continuar com mais de 220 horas em sala de aula (230, 240 ... 280) terá que esperar essa autorização do SEGEP e do SEAN. Quanto tempo isso demora? Quem sabe?
Qual é a saída para o professor que precisa manter sua jornada máxima:
  1. Fazer a lotação com a jornada máxima, não dá aula para as turmas excedentes, nesse caso os alunos continuarão sem aula, e esperar sair a autorização.
  2. Fazer a lotação com a jornada máxima e dá aula sem a garantia de receber pelas aulas que ultrapassem as 220 horas. 
  3. CONTINUAR NA GREVE EXIGINDO O CUMPRIMENTO DO ARTIGO 8ª DA LEI 8030/2014.

Esse é um dos pontos pelo qual o Sintepp entende que não houve avanços para encerrarmos a greve. 


CHAPA 1 - VEM PRA LUTA!


terça-feira, 28 de abril de 2015

REDE ESTADUAL: NOTA OFICIAL SOBRE PAGAMENTO DE ABRIL


Segundo nota oficial do governo publicada hoje no site da Seduc, o pagamento dos professores referente ao mês de abril, seguirá o que diz a lei 8030/14, que estabeleceu o acordo do término da greve que aconteceu no ano de 2013. Dessa forma, o pagamento dos professores com aulas extrapoladas ficará no máximo em 220 horas-aulas, sendo 150 dentro de sala, e 70 aulas suplementares. Não está dito na nota, mas comparando essa nota com as postagens anteriores e com o entendimento da lei, entra ai 64 horas de hora-atividade, o que gera um pagamento de 284 horas. Na postagem do governo, publicada no dia 25/04 lia-se: "o limite de 70 horas de aulas suplementares na jornada, que chega a 284 horas por mês, garantindo assim que a remuneração inicial do professor fique em R$ 5.525,54, podendo chegar a até R$ 8.840,10, se acrescidas de vantagens pessoais". 
Todavia, ainda não há contra-cheque disponível, o que faz com que a incerteza quanto ao nosso pagamento prevaleça. Com isso, só temos uma certeza: A GREVE DEVE CONTINUAR. 
VEJA ABAIXO A NOTA:

Folha de abril obedecerá última proposta do governo

O governador Simão Jatene reuniu-se na manhã de hoje, 28, com a equipe que está à frente das negociações com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), composta pelos titulares das secretarias de Educação e de Administração, e determinou que a folha de pagamento dos professores de abril seja fechada de acordo com a última proposta apresentada pelo governo durante as negociações.


A proposta prevê uma lotação de 220 horas por professor, sendo 150 horas dentro de sala de aula e mais 70 horas suplementares, conforme estabelece a lei 8.030 de 2014 que regulamentou as horas suplementares. Com essa jornada e mais o novo valor do piso, o menor salário pago a um professor em início de carreira será de R$ 5.520,00.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

ASSEMBLEIA HOJE, 27/04, NO ANÍXIO TEIXEIRA, ÀS 18 HORAS


Lembrando aos nossos companheiros da Rede Estadual de Ensino que teremos assembleia hoje,27/04, às 18 horas no Anísio Teixeira. Temos muito que debater nessa reunião, queremos ouvir todos os nossos companheiros. Ninguém deve faltar.

PEÇO APOIO DA CATEGORIA PARA ESSA CHAPA DA ESTADUAL